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Entrevistas

Diego Ferreira mantém treinos de olho em vaga na Ilha da Luta

Brasileiro, que tem seis vitórias seguidas, revela desejo de voltar a competir o quanto antes

Diego Ferreira está na melhor fase da carreira. O brasileiro tem seis vitórias consecutivas no UFC, sendo que a última delas foi uma finalização sobre o ex-campeão peso-leve Anthony Pettis.

O brasileiro Diego Ferreira teve uma apresentação espetacular e venceu o ex-campeão Anthony Pettis com um mata-leão no UFC 246. Veja como foi.


Agora, cinco meses depois da luta, Diego tem apenas uma coisa em mente: lutar mais. Tanto que o peso-leve nem descarta a possibilidade de entrar em algum dos cards programados para a UFC Fight Island, durante o mês de julho.

“Eu gostaria [de entrar em algum card]. Estou treinando, estou com a dieta em dia. Acho que não tem ninguém disponível para lutar nos top 10, mas espero uma ligação, mesmo em cima da hora. Gostaria de lutar. Estou treinando e pronto para qualquer tipo de luta. Mesmo em cima da hora, eu vou sim”, disse em conversa com a reportagem do UFC Brasil.

Diego chegou a ter uma luta marcada, mas os planos mudaram por conta da pandemia de Covid-19. Agora, o plano é voltar às competições o quanto antes – e o número 10 do ranking diz não se importar muito de enfrentar grandes nomes.

“Eu quero lutar! Não penso em ranking, eu quero só lutar. Os caras estão correndo atrás de lutar pelo cinturão, mas não estou muito ligado nisso. Eu quero mesmo lutar, quero estar ocupado”.

MOTIVAÇÃO É TUDO

Diego faz parte do plantel do UFC desde 2014, mas é agora que tem conquistado cada vez mais espaço na divisão até 70 Kg. O motivo para a boa fase, segundo o próprio lutador, é uma mudança na motivação.

“No começo da minha carreira no UFC eu gostava de lutar, mas não era algo que me alegrava. Eu não gostava de cortar peso, não gostava de treinar tanto. Mas isso mudou depois que peguei dois anos de suspensão. Foi um mal que veio para o bem. Eu comecei a gostar do que faço, consegui amar a perda de peso, a dieta, a luta em si. Eu consigo me divertir. Antes meu pensamento era entrar no Octógono e tentar sair o mais rápido possível, mas assim eu não conseguia colocar minha técnica, meu espírito e a minha mente no mesmo local. Agora eu curto estar lá, curto os 15 minutos”, declarou.

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