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Eventos

UFC 232: Fatos que entraram para a história

Veja uma análise de alguns dos acontecimentos que marcaram o evento do último sábado (29)

Os últimos eventos anuais do UFC costumam presentear os fãs de MMA com grandes marcos na história do esporte - e o UFC 232 não foi diferente. O evento de sábado (29) teve o retorno de um campeão, a certeza de que teremos uma brasileira no Hall da Fama e outros acontecimentos que serão discutidos durante um bom tempo pelos analistas das artes marciais mistas. Confira alguns deles:

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O "papai" voltou

Jon Jones é um dos maiores do esporte. Ponto. Não existe qualquer argumentação que foge dessa lógica. Depois de um ano e meio afastado do octógono, ele teve pela frente a revanche contra Alexander Gustafsson - o adversário que mais deu trabalho em toda sua carreira. Ver Jones dominar e nocautear o sueco na luta principal do evento só nos faz ter certeza de que o homem nasceu para isso, tem um talento nato. Ninguém conquistou tantas vezes o cinturão meio-pesado como ele, ninguém na categoria venceu tanto como ele. O próximo passo? Deixaremos 2019 nos dar os sinais. Já Gustafsson, por outro lado, talvez precise de uma mudança imediata, visto que perdeu as três chances que teve de conquistar o título da categoria.

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A melhor de todos os tempos

Quantas vezes ainda ficaremos impressionados com Amanda Nunes? Entrou como azarona na disputa de cinturão peso-galo contra contra Miesha Tate no UFC 200 e massacrou a ex-campeã. Já com o título, era vista como zebra contra a incrível Ronda Rousey e precisou de apenas 48 segundos para demolir a americana. No último sábado, muitos duvidaram de sua capacidade para tirar o cinturão peso-pena de Cris Cyborg. Mais uma vez, a Leoa calou os críticos ao nocautear a compatriota e de quebra se tornou a única lutadora a conquistar dois cinturões do UFC. Se Amanda não é a melhor lutadora de MMA de todos os tempos, quem então será? A brasileira entrou, novamente, para a história - e tem seu lugar garantido no Hall da Fama do Ultimate.

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A passagem de bastão no peso-pena

Se tem uma categoria onde os medalhões estão dando espaço aos novos lutadores é o peso-pena. Velhos leões como José Aldo, Frankie Edgar, Cub Swanson e Jeremy Stephens estão perdendo espaço para outros atletas, como o campeão Max Holloway, Renato Moicano e Brian Ortega. No UFC 232, tivemos mais uma "passagem de bastão" - e a vítima da vez foi Chad Mendes. O norte-americano, que já esteve perto de conquistar o cinturão duas vezes, acabou superado por mais uma revelação da categoria: Alexander Volkanovski. Mostrando um grande poder de recuperação, o australiano conseguiu a vitória no segundo round e já pensa em uma disputa de cinturão. Ainda é cedo, mas a renovação da categoria é uma realidade e devemos ter um 2019 muito interessante nos penas.

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Precisamos falar sobre BJ Penn

BJ Penn é um dos lutadores de maior reconhecimento dentro do MMA, sendo um dos poucos atletas que conquistaram dois cinturões em categorias distintas no UFC. O veterano, porém, precisa repensar se realmente vale a pena continuar investindo em sua carreira dentro do octógono. São seis derrotas consecutivas e praticamente oito anos sem ter o braço levantado ao final da luta. No último sábado, foi presa fácil de Ryan Hall, que o finalizou com uma chave de calcanhar com menos de três minutos. Não sabemos os próximos passos do havaiano e temos total respeito por ele, mas a virada do ano servirá para que ele analise bem se ainda é uma boa ideia calçar as luvas em 2019.

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Jon Jones é hoje o campeão mais dominante dentro do octógono?

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